Indústria de Concertos enfrenta verão cruel, graças ao Coronavírus

Indústria de Concertos enfrenta verão cruel, graças ao Coronavírus

À medida que a ameaça do coronavírus pairava na China e depois na Europa, o negócio de concertos e festivais, parecia conter a respiração, à espera para ver se, e quando seriam afetados. Isso mudou no dia 6 de março, quando a South by Southwest (SXSW) anunciou que cancelaria o seu evento anual em Austin, programado para acontecer de 13 a 22 de março.

 

No dia 9 de março, após o fim de semana, a barragem rompeu: Pearl Jam e Zac Brown Band são apenas alguns dos artistas que adiaram as suas digressões, e a Billboard informou que o famoso festival americano, Coachella, seria remarcado para outubro.

 

Até então, o mercado de ações já havia caído 7,8% e as ações da Live Nation caíam em um terço. A 11 de março, o mercado estava oficialmente em território de baixa, enquanto as ações da Live Nation haviam caído 16,6%. Dez das figuras mais poderosas do negócio dos concertos estão a trabalhar juntas para diminuir os danos, falar com os fãs com uma voz unificada e ter uma recuperação tranquila.

 

A situação já é grave na Europa, com grandes eventos cancelados na França, Espanha, Itália, Polónia, Grécia e República Checa. Num esforço para projetar uma mensagem de calma, os promotores europeus que costumam viajar para a Conferência Internacional de Música ao Vivo em Londres, concordaram em participar este ano, o que fez com que o evento enfrenta-se, apenas, uma queda de 15% em 2020.